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quarta-feira, junho 19, 2013

Um novo eu


Para não cair nos lugares-comuns típicos da maternidade, e para não tornar este um canto lamexas e babento, não me vou alargar (pelo menos para já) muito sobre esta nova etapa da vida, que a preenche quase na totalidade. 
E como não dá para não cair nesses lugares comuns, o melhor é nem dizer muito. 
Porque agora eu sou outra, sendo a mesma, mas com um peito de tamanho infinito preenchido pela Mafalda
Sim, há espaço para mais. Não, não dá para comparar.


quarta-feira, agosto 15, 2012

das férias!

Já lá vão há quase um mês! 
Mas Gerês é sempre Gerês! :)
A caminho dos poços do rio!

O quintal da nossa mansão! 

Pacheco a banhos na barragem. Chegou, mergulhou e não quis mais!


 Poços do rio!

Praia só para nós...

Calooooor! Dedidiu fazer um buraco e deitar-se na areia molhada (mas sempre de olho nos mergulhos dos donos)

Mesmo depois de tapado não quis sair!


Tenda improvisada, já merecia!

Sai daí dono!

Mata da Albergaria


sexta-feira, agosto 10, 2012

Panchita on board!

(na foto: Panchita com 18 semanas!)
E finalmente o meu relógio biológico começou a acelerar o passo e abriu caminho para a princesa que aqui está instalada :)

Vem aí uma menina, prevista para Dezembro! :D

Como ainda não conseguimos decidir qual o nome, trato-a por Panchita :)




terça-feira, agosto 07, 2012

Lola Alice de Badosha

Adeus minha grande amiga, minha bébé, minha niniua, minha cão-becas-mani.

Ainda não dá para falar muito sobre isto. Desculpa não ter conseguido despedir-me a sério de ti, eu queria muito.


segunda-feira, fevereiro 06, 2012

A minha Jula, o meu Xico e o alzheimer

A minha avóJúlia faleceu em Agosto do ano passado, mesmo no dia a seguir aos anos da minha mãe. A vóJula estava já muito atacada pelo Alzheimer, e já há uns anos que não era a “minha avó”, era assim como que uma sombra dela, “apenas” uma velhinha simpática perdida no seu mundo, com a voz semelhante à da minha avó mas sem a sua força e a sua alegria, mais pequena, mais magra, muito menos robusta e sempre disponível.

Eu cá continuo a sonhar muito com a voz da minha avó. Da minha avó, essa voz que foi desaparecendo nos últimos dez anos. Assim como a minha avó. Mas isso sempre sonhei: quando eram sonhos bons eram regados com as gargalhadas dela, com as suas conversas e piadas ou simplesmente com o tic-tac do relógio de casa dela. Aquele relógio grande, no cimo das escadas, cujo som embalava à noite e ajudava a dar um ritmo muito próprio aos primeiros instantes do acordar. Era o ritmo de casa da avó, a casa onde eu sempre gostei de estar, onde eu sempre queria estar, o ritmo que era ajudado pelas mãos do avô que lhe dava sempre corda. O tic-tac que parou quando o avô morreu e todos fomos apanhados na dor dessa perda tão repentina, tão inesperada. O tic-tac parou e a casa da avó deixou de ser a mesma casa, com a falta do nosso Xico e desse tic-tac que para mim era como que o coração dos meus avós. Pedi à avó para não deixar morrer esse tic, esse tac. E ela lá foi dando corda ao tic-tac do avô, enquanto me segredava - quando os “adultos” saíam da sala - que ainda não se tinha bem habituado à ideia da morte do avô, e que ainda falava com ele, quando ninguém via. E perguntava-me se eu a achava maluca por isso. Mal sabia ela que eu falava com eles os dois também em silêncio. E pedia (peço) tantas desculpas ao meu avô por ter tido aquele pensamento tão mau quando soube da sua morte. Porque quando o meu avô VôXico morreu, tinha eu uns 15 anos, eu só conseguia pensar “ainda bem que não foi a minha Jula”. Porque eu não sabia bem como ia eu reagir ao desaparecimento da minha Jula. Sem saber nessa altura que ela ia, em poucos anos, começar a começar a desaparecer. Aos poucos, muito devagarinho.
Mas voltando aos sonhos. Os bons já referi, mas muitos deles eram maus. Eram, exactamente, sobre a avó doente, sobre a morte da minha Jula. O meu grande medo. Porque a avó Jula era um “eu” em grande, e talvez achando que a perdia, eu lá muito no fundo achava que uma parte de mim também se perdia. E perdeu. Foi perdendo. Porque sempre me achei muito parecida com a minha avó. E, pese embora a minha muito baixa auto-estima, isso era uma coisa boa. Porque a minha avó era a pessoa mais boa-onda e boazinha que eu conhecia. Ou era como eu a via e vejo, e quero que assim continue. O mais assustador desses sonhos era quando eles, de algum modo, se tornavam verdade. Como um há uns anos atrás onde a minha avó ficava muito doente, ia para o hospital e eu tentava ir vê-la e nunca conseguia, e quando finalmente o fiz, ela tinha acabado de falecer. E eu com tanto para lhe dizer. Nesse dia, depois de acordar angustiada, a minha mãe envia-me uma mensagem a dizer que a avó tinha ido para o hospital. Mas ficou bem. Já eu, nunca mais me esqueci do sonho.
Anos depois outro sonho do mesmo género. Ao fim do dia, telefonema da mãe: “A avó foi para o hospital”. Ficou muitos dias no hospital nessa vez, e eu aí consegui fazer o que no sonho não consegui: disse-lhe como eu gostava dela e como ela tinha um peso tão grande na formação da pessoa que sou hoje, que quando pensava em bem-estar e paz pensava nela e no avô e no tic-tac deles. E agradeci-lhe. Baixinho, a fazer-lhe muitas festinhas na cara, enquanto ela batalhava para respirar, com a cabeça noutro mundo que não é este nosso.
No dia em que ela faleceu, eu, claro, tinha sonhado com ela e nesse sonho penalizava-me por não a ir visitar há já muito tempo, mas aguentei-me sem pensar muito no assunto, aliviada por saber que não tinha sido uma morte sofrida. Porque ela não merecia. No velório e funeral coloquei o meu melhor humor, e ia às escondidas à casa de banho chorar um bocadinho para aliviar. Como ainda faço.
Há cerca de mês e meio obriguei-me a passar em frente à casa dela. A casa onde sempre me imaginei a morar. Porque aquele era o meu paraíso, o meu escape, o meu canto. Fim-de-semana perfeito era ou a passear, ou em casa da AvóJula. Na adolescência, sempre que sentia que o mundo (leia-se pais ou irmã!) era tão injusto, pensava sempre que perfeição seria morar com os avós! Quando o nosso Xico morreu pensei seriamente em ficar a morar lá para fazer companhia à minha Jula, sentia-a tão perdida. Fiquei uns tempos e obriguei-a a trabalhar muito: mudar móveis, tirar alcatifa, arrumar roupeiros…até ela me pedir para ter calma! Mas a mim custava que a casa estivesse então tão diferente, não queria perder aquela minha paz, que se foi muito com a morte do nosso Xico. Agora, quando lá passei observei a casa diferente, o quintal diferente e outras vidas lá dentro, outro interior que nem consigo imaginar. E chorei, chorei uns 20 minutos parada frente ao quintal, até o cão que agora o habita começar a rosnar. E virei costas.
Já há muito tempo que queria escrever sobre a minha avó e avô, mesmo antes de Agosto, mas não conseguia. Porque sei que tenho tanto para dizer. Hoje, não sei bem como, lá vão saindo palavras (muitas até), mas parece que o que sinto mesmo não me sai dos dedos. Fica só a tentativa, até porque sabe bem tentar pôr por palavras algo que é um misto de dor e de felicidade. Dor porque nada dura para sempre. Felicidade porque tive duas pessoas lindas na minha vida, e delas herdei tanto.
Se alguém teve paciência e tempo para ler tanta e longa lamechice a pairar na blogosfera, as minhas desculpas. Mas precisava deste exercício. 

sexta-feira, outubro 21, 2011

Oh yes, I'm surely important!

O Rei lá de casa... 
(Foto tirada com o telemóvel, nunca fica grande coisa...)

Mimado até ao fim do mundo, agora anda ainda mais importante pois tem mais tempo de dona (quando ela não arranja outras 500 outras coisas para fazer)... 
Adoro o novo horário, espero que assim se mantenha por muito tempo! Fingers are crossed!!

segunda-feira, julho 25, 2011

SETE!

A miúda mais gira de todo o universo faz SETE anos hoje!SETE! Foi há sete anos! que nos invadiram as areias do deserto, um calor de cair para o lado e uma menina linda que tem crescido à velocidade da luz!
Não queria cair em chavões, mas é mesmo impressionante como o tempo passa....mas ao mesmo tempo impossível lembrar como era este mundo sem esta luz grande que é a minha sobrinha, a Carolina mais carolindeza deste mundo! :)

Sumo na vida é o que eu te desejo!

Parabéns à Carolina, à minha mana velha que bem penou, ao pai fixe e a nós que temos esta tarefa brutal que é mimá-la até não poder mais! (e não é que podemos sempre mais qualquer coisa!...)

quinta-feira, julho 21, 2011

Hora da Papinha! :)


Vamos dar papinha aos cães abandonados?
É só carregar no banner "Alimentar" no topo da página e escolher um dos cães fabulosos que estão à espera de donos à maneira....

Soube desta campanha ontem e já estou devota! Gostava muito de ser voluntária num canil, mas enquanto não tenho nenhum perto de casa, nem horários compatíveis, tenho esta campanha para me dedicar e divulgar.

A ideia está excelente, espero que sejam mesmo como dizem e que ocorra muitas e mais vezes. Não custa mesmo nada. Aliás, o que me custa é não poder levar estes meninos todos para o meu fechado apartamento suburbano....

quinta-feira, julho 07, 2011

das férias (quatro - e já chega, bolas*!)

Gerês. A caminho da Serra da Peneda (foto tirada no carro, em andamento)

Gerês, numa tentativa de ida a banhos... Para além do frio, o caudal do rio também achou por bem ir, ele próprio, de férias. Fica para o ano.

O Pacheco na selva. No Parque Versana, na Peneda. 
Muitas pinhas, muitos paus, muita terra e ainda um riacho a passar no meio do parque. Ah, a felicidade! :)

Ponte das Três Entradas. Muita água, muita natureza, muitos mosquitos. Mas sabe bem acampar mesmo à beira da represa :)

Ponte das Três Entradas. Ela mesma. E a lua.

Piódão. Porque é obrigatório.
E percebe-se porquê...
Ainda mais cor para o Piódão!
 
Piódão. E memórias de infância :)

Ai esta vida de nómada.... Viagens de carro que não acabam....

..Ou acabam na pacatez do Casal do Paúl... :)  "Oh dono, mais banho NÃO!!"


* ...Até porque já foram há quase um mês! 

segunda-feira, julho 04, 2011

das férias (três)

Gerês. Mata de Albergaria. (fotos tiradas do carro. em andamento) 

 Gerês. Mata de Albergaria. (fotos tiradas do carro. em andamento) 
Gerês. Mata de Albergaria. Cascata do Arado. (fotos tiradas do carro. em andamento) 

 Gerês
 Gerês
Gerês.  Fauna e flora :P
Gerês

quinta-feira, junho 30, 2011

das férias (dois)

 
Mimos, muitos mimos à cadela-miniatura Geraldina. Linda, tão linda e pequenina que até dói!

Parque de campismo do Cepo-Verde (Bragança)

 Cascata de Pitões das Júnias (as fotos ficaram todas uma miséria!)
 
Mosteiros de Pitões das Júnias - e Pacheco a ir ao dono a toda a velocidade (Gerês)
 
 Mosteiro de Pitões das Júnias (Gerês)
 
Mosteiros de Pitões das Júnias (Gerês)

 
Barragem da Paradela. O Pastor vem confortavelmente sentadinho no carro, a menos de 20km/h :)  na companhia do seu fiel cajado ;)   (Gerês)

O amor é lindo. O Pacheco ficou verdadeiramente abalado com os verdes olhos da Geraldina. Eu também.

terça-feira, maio 17, 2011

Mais um bocadinho de Wip!


O fim-de-semana foi passado a montar o alguidar para finalmente ser inaugurada a época balnear no quintal dos papás! :) o restinho de tempo que sobrou foi passado a dar a primeira de mão na minha mala-de-cartão-vamos-lá-ver-o-que-vai-sair-desta-salganhada-e-quando....

Foi, portanto, um bom fim-de-semana!!!
 O Pacheco já deu um mergulho no alguidar!

a velhota Lola guardou distância desses perigos...Já sabe como é....

terça-feira, maio 03, 2011

Férias

Pequeninas e boas :)





o problema é mesmo voltar....