Bolas, e está mesmo frio!
quarta-feira, abril 11, 2012
segunda-feira, abril 09, 2012
domingo, abril 08, 2012
Dias 5 e 6 - "Tiny" e "Lunch"
"Tiny" (é bem mais pequena do que aparenta na foto! Flor de Fisalis)
"Lunch"
Labels:
photoadayApril,
Receitas
sexta-feira, abril 06, 2012
Day 2 - "Colour"
Porque quando é dia de um lado, é noite do outro, e nem todos podem ver as "true colours"
Também aqui.
Labels:
photoadayApril
A Photo a Day April Challenge
Vou atrasada, mas hoje apeteceu-me mesmo entrar neste desafio!
Fotos dos desafios disponíveis aqui.
Comecei por ver o desafio no blog da Alexa, que eu adoro, e fiquei logo com vontade... Entretanto comecei a vê-lo noutros recantos por toda a internet...
Decidi que as fotos vão nuas e cruas, conforme tiro, coloco! Sem qualquer tipo de tratamento de imagem.
Day One - Your Reflection
Fotos dos desafios disponíveis aqui.
Comecei por ver o desafio no blog da Alexa, que eu adoro, e fiquei logo com vontade... Entretanto comecei a vê-lo noutros recantos por toda a internet...
Decidi que as fotos vão nuas e cruas, conforme tiro, coloco! Sem qualquer tipo de tratamento de imagem.
Aqui segue a lista:
quinta-feira, março 15, 2012
Do que vou fazendo...
Entretanto o meu partner ofereceu-me uma sizzix pelo Natal! *bum*! depois de cair para o lado lá me orientei e fui em busca de cortadores! e comprei este da flor que achei bem fofo! Faz coisas deste género:
Toda contente com as florzinhas, resolvi fazer uns sapatinhos para a filhota (na altura ainda embrionária) de uma amiga de longa data... Só que esses mesmos sapatinhos foram pedidos pela mana para oferecer a uma outra menina embrionária, filha de uma amiga. E assim ficaram, para os pezinhos da Mariana que aí vem:
Não contente, ao ver os da Mariana, uma colega pede uns para a Yulia, que já chegou mas ainda está a tentar encher os pézinhos para, por sua vez, encherem os sapatinhos....
Estava sem grande imaginação/material para os embrulhos, mas os sapatos são tão fofos que achei que devia arranjar um embrulho, para não irem assim na mão ou num saquinho da loja do chinês...
Então, após umas investidas a alguns pap's por essa internet fora, reaproveitei e reformulei um saco (infelizmente as fotos não captaram bem as cores)
Os seguintes já os fiz do início... (fotos bodegosas, outra vez!!)
E pronto, foram as últimas investidas craftianas! Mas ainda aí vêm mais sapatinhos, porque afinal não cheguei a oferecer à bebé da minha amiga!
Labels:
artesanal,
crafts,
feito à mão,
feito por mim,
feltro,
prendar,
sapatos bebé,
sizzix
segunda-feira, fevereiro 06, 2012
A minha Jula, o meu Xico e o alzheimer
A minha avóJúlia faleceu em Agosto
do ano passado, mesmo no dia a seguir aos anos da minha mãe. A vóJula estava já
muito atacada pelo Alzheimer, e já há uns anos que não era a “minha avó”, era
assim como que uma sombra dela, “apenas” uma velhinha simpática perdida no seu
mundo, com a voz semelhante à da minha avó mas sem a sua força e a sua alegria,
mais pequena, mais magra, muito menos robusta e sempre disponível.
Eu cá continuo a sonhar muito com a
voz da minha avó. Da minha avó, essa voz que foi desaparecendo nos últimos dez
anos. Assim como a minha avó. Mas isso sempre sonhei: quando eram sonhos bons
eram regados com as gargalhadas dela, com as suas conversas e piadas ou
simplesmente com o tic-tac do relógio de casa dela. Aquele relógio grande, no
cimo das escadas, cujo som embalava à noite e ajudava a dar um ritmo muito próprio
aos primeiros instantes do acordar. Era o ritmo de casa da avó, a casa onde eu
sempre gostei de estar, onde eu sempre queria estar, o ritmo que era ajudado
pelas mãos do avô que lhe dava sempre corda. O tic-tac que parou quando o avô
morreu e todos fomos apanhados na dor dessa perda tão repentina, tão
inesperada. O tic-tac parou e a casa da avó deixou de ser a mesma casa, com a
falta do nosso Xico e desse tic-tac que para mim era como que o coração dos
meus avós. Pedi à avó para não deixar morrer esse tic, esse tac. E ela lá foi
dando corda ao tic-tac do avô, enquanto me segredava - quando os “adultos”
saíam da sala - que ainda não se tinha bem habituado à ideia da morte do avô, e
que ainda falava com ele, quando ninguém via. E perguntava-me se eu a achava
maluca por isso. Mal sabia ela que eu falava com eles os dois também em silêncio. E pedia
(peço) tantas desculpas ao meu avô por ter tido aquele pensamento tão mau
quando soube da sua morte. Porque quando o meu avô VôXico morreu, tinha eu uns
15 anos, eu só conseguia pensar “ainda bem que não foi a minha Jula”. Porque eu
não sabia bem como ia eu reagir ao desaparecimento da minha Jula. Sem saber
nessa altura que ela ia, em poucos anos, começar a começar a desaparecer. Aos
poucos, muito devagarinho.
Mas voltando aos sonhos. Os bons já
referi, mas muitos deles eram maus. Eram, exactamente, sobre a avó doente,
sobre a morte da minha Jula. O meu grande medo. Porque a avó Jula era um “eu”
em grande, e talvez achando que a perdia, eu lá muito no fundo achava que uma
parte de mim também se perdia. E perdeu. Foi perdendo. Porque sempre me achei
muito parecida com a minha avó. E, pese embora a minha muito baixa auto-estima,
isso era uma coisa boa. Porque a minha avó era a pessoa mais boa-onda e
boazinha que eu conhecia. Ou era como eu a via e vejo, e quero que assim
continue. O mais assustador desses sonhos era quando eles, de algum modo, se
tornavam verdade. Como um há uns anos atrás onde a minha avó ficava muito
doente, ia para o hospital e eu tentava ir vê-la e nunca conseguia, e quando
finalmente o fiz, ela tinha acabado de falecer. E eu com tanto para lhe dizer.
Nesse dia, depois de acordar angustiada, a minha mãe envia-me uma mensagem a
dizer que a avó tinha ido para o hospital. Mas ficou bem. Já eu, nunca mais me
esqueci do sonho.
Anos depois outro sonho do mesmo
género. Ao fim do dia, telefonema da mãe: “A avó foi para o hospital”. Ficou
muitos dias no hospital nessa vez, e eu aí consegui fazer o que no sonho não
consegui: disse-lhe como eu gostava dela e como ela tinha um peso tão grande na
formação da pessoa que sou hoje, que quando pensava em bem-estar e paz pensava
nela e no avô e no tic-tac deles. E agradeci-lhe. Baixinho, a fazer-lhe muitas
festinhas na cara, enquanto ela batalhava para respirar, com a cabeça noutro
mundo que não é este nosso.
No dia em que ela faleceu, eu,
claro, tinha sonhado com ela e nesse sonho penalizava-me por não a ir visitar
há já muito tempo, mas aguentei-me sem pensar muito no assunto, aliviada por
saber que não tinha sido uma morte sofrida. Porque ela não merecia. No velório
e funeral coloquei o meu melhor humor, e ia às escondidas à casa de banho
chorar um bocadinho para aliviar. Como ainda faço.
Há cerca de mês e meio obriguei-me
a passar em frente à casa dela. A casa onde sempre me imaginei a morar. Porque
aquele era o meu paraíso, o meu escape, o meu canto. Fim-de-semana perfeito era
ou a passear, ou em casa da AvóJula. Na adolescência, sempre que sentia que o
mundo (leia-se pais ou irmã!) era tão injusto, pensava sempre que perfeição
seria morar com os avós! Quando o nosso Xico morreu pensei seriamente em ficar a
morar lá para fazer companhia à minha Jula, sentia-a tão perdida. Fiquei uns tempos
e obriguei-a a trabalhar muito: mudar móveis, tirar alcatifa, arrumar roupeiros…até
ela me pedir para ter calma! Mas a mim custava que a casa estivesse então tão
diferente, não queria perder aquela minha paz, que se foi muito com a morte do
nosso Xico. Agora, quando lá passei observei a casa diferente, o quintal diferente
e outras vidas lá dentro, outro interior que nem consigo imaginar. E chorei,
chorei uns 20 minutos parada frente ao quintal, até o cão que agora o habita
começar a rosnar. E virei costas.
Já há muito tempo que queria
escrever sobre a minha avó e avô, mesmo antes de Agosto, mas não conseguia.
Porque sei que tenho tanto para dizer. Hoje, não sei bem como, lá vão saindo
palavras (muitas até), mas parece que o que sinto mesmo não me sai dos dedos.
Fica só a tentativa, até porque sabe bem tentar pôr por palavras algo que é um
misto de dor e de felicidade. Dor porque nada dura para sempre. Felicidade
porque tive duas pessoas lindas na minha vida, e delas herdei tanto.
Se alguém teve paciência e tempo
para ler tanta e longa lamechice a pairar na blogosfera, as minhas desculpas. Mas
precisava deste exercício.
Labels:
amor,
avós,
coisas minhas,
desabafos
sexta-feira, dezembro 30, 2011
dos presentes...
Fui tentando adiantar as coisas o mais que pude, mas o licor de chocolate e os biscoitos de Aveia tiveram de ser feitos no dia 24 para terem mais um pouquinho de tempo de conservação...
Os embrulhos foram feitos à pressão e muito em cima do joelho pois a hora para partir para a consoada chegava a 200km/h...
Os embrulhos variaram no cesto (cada cabaz tinha um cesto ou caixa diferente) e na etiqueta. Fiz dois tipos de etiqueta: esta meio rústica, bordada à mão e outras em eva com pendentes de natal e fita que arranjei à pressão! ;)
Alguns dos cabazes embrulhados antes de seguirem para os novos donos....
Labels:
crafts,
crafty,
feito por mim,
natal,
presentes
quinta-feira, dezembro 29, 2011
Aprender a prendar!
Este Natal foi muito artesanal. Fiz muita coisa, que vou publicar mais tarde quando tiver as fotos.
Sempre gostei de oferecer e receber coisas feitas à mão, pelas próprias pessoas, e então agora que está na moda ainda melhor! Neste caso dá um gozo redobrado porque não só fiz coisas, como as aprendi a fazer. Aprender a prendar é bom!
Mas estes sapatinhos foram os que me deram mais gozo! :) São muito fáceis de fazer e ficam (como tudo o que é pequeno) bem fofos! Como ainda não sei se os pezinhos que os vão encher vão ser de bébéa ou bébéo, a escolha das cores não foi muito fácil... As fotos também não ficaram grande coisa, mas os sapatinhos propriamente ditos ficaram um mimo! :)
Labels:
artesanato,
crafts,
crafty,
feito por mim,
natal,
presentes
quinta-feira, dezembro 22, 2011
Laurear a pevide.....em Roda Fundeira!
No 1.º de Novembro oferecemo-nos uns dias de laréu. Desta vez fomos muito luxuosos (pois, não tivémos férias grandes...) e alugámos uma casa de turismo rural: a Casa da Munha, no apaixonante concelho de Góis.
Sim! A casa é mesmo rural, e é linda! O sítio é mesmo no meio da serra, e ouve-se sempre o riacho a correr (que passa por baixo da casa...). A cascata do Poço da Moura é a 2 minutos a pé.
O Pacheco adorou, e acho que nós igualmente ou ainda mais! :)
Bela vida, a do campo, e a de cão!
Góis
Góis
A casa é cheia de recantos e muitos objectos lindos, antigos e cheios de carisma.
E tem um mezzanine! (pena as escadas serem meio íngremes, o que não é bom para quem tem vertigens - como eu - nem para quem tem um cão trapalhão das patas)
O melhor recanto...
quinta-feira, novembro 17, 2011
Why do we love one but eat the other?

Estava a aproveitar os últimos minutos da hora de almoço a dar uma olhadela ao site da Sociedade Vegan quando vi esta campanha que está a ter lugar em Toronto, com mil cartazes espalhados pelo metro.

Podem chamar-me hipócrita, pois não sou vegetariana - nem vegan - por pura preguiça e por não querer ter que explicar e 'chatear' os outros. Mas concordo, e gosto da campanha.

Será que, por cá, poderia ter algum resultado?
Labels:
alimentação,
animais
terça-feira, novembro 08, 2011
Iniciativa 'Um livro por mês'
Na continuação do livro anterior, este mês ando agarrada ao segundo da Guerra dos Tronos: 'A Muralha de Gelo'.
Sim, muito viciante! :)
[A foto foi tirada com o telemóvel, com a deprimente luz do trabalho... Senão nunca mais!]
Labels:
a guerra dos tronos,
George Martin,
leituras,
um livro por mês
sexta-feira, novembro 04, 2011
sexta-feira, outubro 21, 2011
Oh yes, I'm surely important!
O Rei lá de casa...
(Foto tirada com o telemóvel, nunca fica grande coisa...)
Mimado até ao fim do mundo, agora anda ainda mais importante pois tem mais tempo de dona (quando ela não arranja outras 500 outras coisas para fazer)...
Adoro o novo horário, espero que assim se mantenha por muito tempo! Fingers are crossed!!
Subscrever:
Mensagens (Atom)







