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terça-feira, dezembro 07, 2010

Crafts or something

sempre gostei de inventar coisas. De ver coisas giras e tentar aplicá-las à minha maneira. Reutilizar materiais, juntar muita cor ao mundo que sempre me pareceu querer acinzentar muito. Fico sempre muito triste com o resultado.  Por isso nem as mostro muito. Mas sei que tenho de combater isso. 
Hoje, e porque está cinzento e muito ventoso (bom para afastar as ideias cinzentas), apeteceu-me! Para já partilho o entretém preferido até agora (acho sempre que vou encontrar o "the one"): feltrar com agulha!
Não tenho aqui todas as imagens, por isso vai aos poucos. 


Uma experiência que fiz para os meus avós há uns dois anos. A avó é Laranjeira, o avô é Pinto (e está nas mãos da Avó!!)...

 Uma outra experiência de uma "espécie de kokeshi"
Um presente para a minha prima do outro lado do oceano...

 Um outro presente para acompanhar a mana no trabalho, também conhecida por Méri Xixas


Experiências para "espécie de pregadeiras", uma capita para o telemóvel

Com muito má qualidade, mas esta foi provavelmente a única que fiz e realmente gostei!!! é a Miss Pat, Má-como-as-cobras, feitas para uma amiga que conheci através da grande paixão Pearl Jameriana, que afirma sempre ser má como as cobras, mas no entanto é um "tufo loiro" mui fofo e com um coração enorme e bem rubro!

(e tem um traseiro todo janota, oh se tem!!)


Laurear a pevide... no Douro!

Nos meus anos fomos passear rumo à paz. Descobrimos as Moradias do Douro Internacional e dei um grande mergulho num universo de calmaria. Vale a pena a longa viagem. Vale a pena beber a paisagem. 

As casas, sobretudo para o preço cobrado, são beim bouas; bezerrar no sofá com uma vista destas é paradisíaco... Acordar, espreguiçar o olhar para o rio calmo lá em baixo é um daqueles elixires que vou transportar sempre bem no centro deste peito. :)

Vista do sofá da sala. Deitada a respirar "isto".

Lá em baixo

Coisa mai boua

Mesmo no "quintal", a Praia Fluvial da Congida


Ahhhhhh

Idem!

Miradouro de Penedo Durão

(Já volto com mais do mesmo!)

sexta-feira, dezembro 03, 2010

Simples, não é?

No fundo "tudo" se resume a este esquema:



Usurpado à má fila daqui!

e já vinha daqui

Chá de Tcha Tcha Tcha!

Numa das minhas muitas incursões pelo site do Instituto Macrobiótico de Portugal encontrei (entre tantas outras) a seguinte informação que, por ser tão útil e saborosa, me apeteceu partilhar :)   

(Por norma apetece-me partilhar quase tudo o que ele diz...)


Chás Medicinais para o Sistema Digestivo


segunda-feira, novembro 29, 2010

Ricardo Passos

Um dos meus adultos preferidos de sempre (mesmo quando essa coisa de ser adulto estava lá muito longe)  vai mostrar de novo todo o seu brilho. :) Eu vou.


terça-feira, novembro 23, 2010

Macrobiótica

Comecei a semana passada este mini curso e estou a adorar :) Agora passo o tempo à espera da terça-feira! Pena serem só 5 aulas :(

http://www.e-macrobiotica.com/

segunda-feira, novembro 22, 2010

Laurear a pevide... a continuação de Melides na Galé!

Depois de um bom repasto por parte dos mosquitos, fomos à procura, pelas 6-7 da manhã, de um poiso. Dado o 'carote' dos parques da região, fomos para a já familiar Galé. Acampámos à bruta.

Vista da tenda ao acordar

Bidia Galé!

Pim Pinha

Fim da luz do dia

acampar à bruta é bom!


sexta-feira, novembro 19, 2010

Laurear a pevide...em Melides!

Uma noite de tasca acabou por dar numa viagem até Melides, meio ao acaso. Aqui estão fotos da Lagoa de Melides de madrugada. Um despertar especial, que foi cortado pelo apetite voraz das melgas e outros insectos famintos. 






[Abril de 2010]

quarta-feira, novembro 17, 2010

Laurear a pevide...

...gosto muito, e tento fazê-lo sempre que posso.

Este ano foi particularmente feliz neste aspecto, vai daí vou partilhar alguns dos sítios low cost por onde andei :) Porque também gosto muito de partilhar, ainda que 'virtualmente'.


Serra da Estrela

Serra da Estrela (tirada em movimento)

Quinta do Vale da Cabra

Quinta do Vale da Cabra
Meruge (tirada no carro)

 Quinta do Vale da Cabra (1º andar do bungalow)

Quinta do Vale da Cabra (ruínas)

Quinta do Vale da Cabra

[Abril de 2010]

quarta-feira, novembro 10, 2010

Casal do Paúl I

Por mim mudava-me já hoje.




segunda-feira, novembro 08, 2010

sem nexo

Hoje apetece-me escrever sem nexo... ou com todo o nexo incorporado nas palavras que vou expulsando. Dizer que quero ir para o campo, entoar a elis e "compor muitos rocks rurais". feltrar, fazer papinhas, adocicar o ar, dançar de pé descalço na terra molhada. Tudo imagens "à filme", que são sempre bucólicas em pensamento e demasiado reais quando são verdade. Física, pelo menos.
Mostrar que "isto" não me diz nada, que estas conversas não me interessam, e que nestes últimos tempos (que já vão longos) apenas interessam as minhas, e para mim. Que só eu mantenho a minha fogueira, e vão havendo dias que não tenho pachorra para a madeira.
Gritar que preciso, e sempre precisei, de actividades, de uma unidade social. Foram muitos anos a não ter nada a ver com ninguém, com nada.
e hoje apetece-me não dizer mais nada. Porque tenho muito para dizer, mas não tenho pachorra.

quinta-feira, novembro 04, 2010

Please don't please

Verdades!...
(imagem retirada daqui)

A maior parte do meu tempo acordada passo-o a tentar agradar. Principalmente aos outros. Nos últimos tempos tenho tentado inverter essa estúpida tendência. Mas não sou grande espiga nisso.

sexta-feira, outubro 29, 2010

Mandatory!

 Já tinha visto há uns tempos atrás, e vale realmente a pena parar, ver e pensar.

quinta-feira, fevereiro 25, 2010

Estagnação

parece tudo tão cinzento, melhora uns tempos e volta ao mesmo.
cinzento num país supostamente solarengo.
estagna.
(r.)
(da.)

segunda-feira, março 02, 2009

"tens de ser tu mesmo a mudança que queres ver no mundo"



Como a proverbial pedrinha lançada a um lago tranquilo, os abalos de consciência que ocorrem na nossa vida pessoal provocam ondas minúsculas, mas insistentes, que se propagam por todo o planeta...


quinta-feira, fevereiro 19, 2009

F e r i d a s

Mais e menos abertas. Mas sempre dolorosas. O desejo de mudança e a fraqueza dela. Sei que vem, mas também não quero.
A vontade de por momentos parar o tempo e correr para aqueles colos. Os da segurança. Os do aconchego. Dos quais fugi.
O infindável desassosego. A amarga insatisfação.
Os olhos pesados.
A rosa esperança que vai murchando com o cair do sol, com a nostalgia da noite.

Voltar. Andar. Estagnar. Correr. O novo. O antigo.

sexta-feira, janeiro 16, 2009

reparei agora


que nos último tempos tive a oportunidade de conhecer algumas pessoas. Talvez a minha actividade preferida na vida.


estava agora a ler um texto online que me mostrou como há certas pessoas que, mesmo sem travar grandes conversas daqueles assuntos que mais me entusiasmam, despoletam um grande carinho, sem eu saber bem porquê.


dou por mim a sorrir quando penso nelas. e é bom.

acho que nem as quero conhecer mais. assim chega tão bem.

segunda-feira, janeiro 12, 2009

Esperança


hoje acordei com a esperança de umas mudanças positivas. com a esperança de andar para a frente.



e vim aqui lembrar-me disso, já que so me lembro deste espaço para o queixume.



viver é bom.


(é beim baum)




acho que vou ser capaz de brilhar de novo!



cada vez que olho para o meu anel lindo penso nisso, e ganho novas energias.



obrigada pela *esperança*.


quinta-feira, dezembro 27, 2007

Estou convencida...



que tem que haver mais que isto.



...there's much more than this....
go see the world...
reach the door
....

quarta-feira, dezembro 12, 2007

menhá


Há dias assim...

em que o suspiro desanima, o som desanima, e a imagem já tão banal de algo que outrora foi belo e saboroso, quer rumar a esses rectângulos verdes que abrem e fecham a boca.

porque esta boca de tão fechada não quer abrir

e os dentes amarelados pela passagem do tempo e pela ingestão da cafeína, embora perdoando o fumo, já não se expõem como antes...

a vontade foi-se

o desânimo cresce

a desilusão só aumenta

e os braços caem, juntam gordura e relaxam o musculo já relaxado.
a vontade de lutar por uma causa julgada perdida é nula, e todos os picos de acção são aniquilados prontamente.

fui,
mas sem saír.